Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes e jamais falte o óleo sobre a tua cabeça.
Thursday, May 17, 2012
Imperfeito
Vejo erro nas pessoas, e não olho os meus defeitos
Justifico-me com o bem quando o mal eu pratiquei
No final, eu reconheço quando eu erro outra vez
Estou sempre declarando: quero ser como criança
Com o coração tão cheio de maldade e de vingança
Pai, perdoa o meu jeito de achar que sou perfeito
Sou tão falho, pecador, detalhado de defeitos
Pai, meu Pai, tenho muito que mudar
Pai, meu Pai, me ajude a melhorar
Pai, a minha oração pode parecer tão dura
É que essa realidade no meu peito só machuca
Não dava pra esperar, amanhã seria tarde
Te entregar meu coração é minha prioridade
Me olhando nessa hora ainda não sou perfeito
Mas eu sinto que me amas mesmo eu sendo desse jeito
Obrigado por me ouvir, não vou nem me despedir
Fica aqui dentro de mim, para nunca mais sair.
Talvez o oposto do amor não seja o ódio, a indiferença ou o medo, mas a solidão. Uma pessoa em estado perpétuo de solidão é aquela que não aceita a vida e as pessoas como elas são. O que falta a uma pessoa em estado de solidão não é casa, comida, saúde, roupa lavada, diversão e arte, tampouco companhia, amigos, boa trepada, falta amor, etc.
É de frustração que se alimentam os adictos da solidão. Sozinhos, isolados, incompreendidos, faltosos, incompletos, abandonados, irredutíveis e extremamente desejosos daquilo que nem sempre é possível, eles sofrem pela perda do que nunca sentiram de fato ter: amor. Mas o amor não é uma moeda de cobre que se troque por um beicinho ou punhado qualquer de lágrimas. Ou ele existe ou não existe. Ou acontece ou não acontece. É um rei teimoso que detesta bajulação: reina onde, quando e como quer.
O problema é que, em geral, os solitários crônicos não entendem isso. Querem provas de amor, nota, recibo, carimbo, garantia de que eles são amados e tem grande valia no mundo. E são um poço sem fundo: nosso muito nunca é suficiente para eles porque a falta é a única coisa que reconhecem. Choro para dentro quando percebo que nem todo mundo consegue sentir o vento como um beijo apaixonado de bom dia. Seria tão bom se todos pudessem sentir alegria... pelas coisas mais tolas ou por coisa alguma... só sentir. (Mônica Montone).
Este vídeo me fez pensar na fragilidade da vida e no quanto somos mesquinhos, tantas vezes levando a vida a ferro e fogo, dificultando as coisas ao em vez de facilitar, perdendo tempo com coisas inúteis e pequenas... A vida é tão rara... é preciso saber viver!!!
***Deus é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nele*** "Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação." (Filipenses 4:11)
"Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele." (1 Timóteo 6:6-8).
"Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei." (Hebreus 13:5)
O amor descarta ideações. Não se contenta em sobreviver no mundo das ideias. Amor precisa se encarnar. Paixões platônicas ou virtuais se extinguem, morrem de inanição. Unamuno avaliou que o amor na relação com Deus sai do mundo da perfeição para realizar-se no real: "O amor personaliza tudo aquilo que ama. Só nos podemos enamorar de uma ideia, personificando-a. E quando o amor é tão grande e vivo, tão forte e transbordante que tudo ama, então tudo ele personifica, e descobre que o todo total, que o Universo é também Pessoa que tem Consciência, Consciência que por sua vez, sofre, se compadece e ama, como quem diz – é consciência. E esta Consciência do Universo, que o amor descobre personificando tudo aquilo que ama, é o que nós chamamos Deus. E assim a alma compadece-se de Deus, e sente que ele se compadece por seu lado, ama-o e sente-se amado por ele, abrigando a sua miséria no seio da miséria eterna e infinita, que é, pela sua eternidade e infinidade, a suprema felicidade. Deus é, pois, a personificação do Todo, é a Consciência eterna e infinita do Universo, Consciência presa da matéria, e esforçando-se para se libertar dela. Personalizamos o Todo, para nos salvarmos do nada…" (Ricardo Gondim).
“… pois o amor é tão forte quanto a morte… Nem muitas águas conseguem apagar o amor; os rios não conseguem levá-lo na correnteza. Se alguém oferecesse todas as riquezas de sua casa para adquirir o amor, seria totalmente desprezado” (Cântico dos cânticos, 8.6-7).
"O que está sendo implantado no mundo não é apenas um sistema de governo, nem um sistema econômico, nem um sistema administrativo ou jurídico-policial. Trata-se de um esquema civilizacional inteiro, que implica naquilo que Nietzsche chamava de “Subversão de todos os valores”. Ou seja, vamos implantar novos valores, novas emoções, novos sentimentos, novos símbolos e virar a cabeça de todo mundo. E este novo esquema não tem nada a ver com valores de nenhuma civilização anterior, exceto àquelas civilizações que nós mesmo consideramos monstruosas, como os astecas que faziam sacrifícios humanos. Neste novo sistema, o ser humano é visto como uma mercadoria reciclável ou como uma matéria prima reciclável, por exemplo: você pode matar os bebês para fazer cosméticos, adoçante, realçar o sabor dos refrigerantes, etc (confira a lista de produtos aqui). Então isso quer dizer que se o estado não reconhecer você como ser humano, você não é um ser humano. Ou seja, a condição humana não será inerente ao estatuto biológico do ser humano, mas passa a ser uma concessão do estado. Nesse conjunto de valores entra a questão de que o ser humano é uma espécie de câncer dentro do planeta, que deve ser extinto e isso faz parte da ideologia espiritual que rege a Nova Ordem Mundial. O próprio príncipe Philip, que faz parte desse movimento, disse que se pudesse morrer e nascer de novo, nasceria na forma de vírus só para mantar um montão gente. Ou seja, a extinção da espécie humana é um ideal para essa gente.
As ideologias modernas nada mais são do que uma espécie do Renascimento do Gnosticismo. Hoje nós vemos que essas crenças gnósticas que são contra a criação, contra a existência da espécie humana, estão aí voltando com toda a força e sendo implantadas, nos tratando como intrusos no planeta Terra.
Coerente com esses novos valores, o STJ defende a pedofilia alegando que ter sexo com menor que já teve experiência anterior não é crime (então todos os pedófilos já estão fazendo fila para serem o segundo). Agora também vão regulamentar a prostituição e regulamentar a exploração do lenocínio. Quer dizer que o cafetão deixará de ser um criminoso e passará ser um empresário, assim como o traficante também virará um empresário.
Então você vê uma série de medidas destinadas a mudar as reações básicas das pessoas. Não se trata de governo, é um problema civilizacional, quase uma religião e essa religião é o gnosticismo, mesmo!" (Olavo de Carvalho).
“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem das trevas luz e da luz, trevas; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” Isaias 5:20