Meu Eu Profundo
Sou estrangeiro para minha alma. Quando minha língua fala, meu ouvido estranha-lhe a voz. Quando meu interior ri ou chora, ou se entusiasma, ou treme, meu outro eu estranha o que ouve e vê, e minha alma interroga minha alma. Mas permaneço desconhecido e oculto, velado pelo nevoeiro, envolto no silêncio.
(Khalil Gibran.)
(Khalil Gibran.)

1 Comments:
muita dualidade pro meu gosto.
mas gosto dos trexos que publica...
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